quinta-feira, 6 de junho de 2013

Olá Denise e Edilene

Soneto do amigo

Enfim, depois de tanto erro passado
Tantas retaliações, tanto perigo
Eis que ressurge noutro o velho amigo
Nunca perdido, sempre reencontrado.

É bom sentá-lo novamente ao lado
Com olhos que contêm o olhar antigo
Sempre comigo um pouco atribulado
E como sempre singular comigo.

Um bicho igual a mim, simples e humano
Sabendo se mover e comover
E a disfarçar com o meu próprio engano.

O amigo: um ser que a vida não explica
Que só se vai ao ver outro nascer
E o espelho de minha alma multiplica...
Vinicius de Moraes

2 comentários:

  1. Oi, Elizabete,tudo bem? Teve dificuldade em postar? Eu confesso que ainda estou tendo...

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  2. Mas vamos aprender...com certeza!!!
    Você acredita que até abonei hoje para realizar esse trabalho!.

    Abraços!!!

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